Nosso blog mudou de endereço. Acesse garatujadigital.com.

Domingo, Agosto 21, 2011

Jornal impresso cresce no mundo apesar do avanço da Internet


A consagrada revista The Economist, mais especificamente seu site, divulgou recentemente uma matéria sobre a evolução das mídias digitais e o seu impacto sobre os jornais impressos.

Assunto mais do que discutido ao longo dos últimos anos, o jornal impresso é visto como uma mídia decadente desde o final do século passado. Opiniões daqui e outras dali, o fato que os jornais impressos no mundo vão bem obrigado. A circulação de uma forma geral cresceu 6% desde 2005 até 2009.


Obviamente não se pode falar isso de todas regiões do globo, afinal é sabido por todos que a situação dos jornais impressos nos EUA e em diversos países da Europa não está lá grandes coisas.

Na Europa a circulação de jornais reduziu cerca de 8% de 2005 até 2009, apesar de ter crescido mais de 15% em diversos países do leste europeu. A América do Norte de uma forma geral caiu 11% nesse mesmo período.

Já a América do Sul viu a circulação de seus jornais crescer mais de 15%, apesar das sanções contra os jornais ocorridas em países como a Venezuela e Argentina, onde jornais foram ameaçados e até mesmo fechados.

A Ásia, África e o Oriente Médio viram a circulação de seus jornais crescer de forma consistente de 2005 a 2009. No caso da África, o crescimento foi de 30%, muito puxado por países do norte africano.

O infográfico disponível nesse artigo da Economist (de onde tiramos a imagem que ilustra esse post) também mostra a penetração das mídias sociais am alguns países e permite compará-la com a performance dos jornais.

É impressionante ver como a Índia cresceu quase 40% nesses anos e como isso é influenciado pela falta de acesso da população à internet, indicado pelo baixo uso de redes sociais.

Verifica-se através desses dados que a circulação de jornais cresce mais fortemente em países que estão lutando por um espaço entre os países desenvolvidos e que parecem estar caindo em países já bem desenvolvidos social e tecnologicamente.

Fonte: The Economist

0 comentário(s) (deixe o seu comentário):